Nunca pensamos em comentar num blog, muito menos escrever um. Entretanto, após observarmos muitas sacadas e tiradas em casa e na rua, o que torna a vida mais engraçada e até mesmo hilária, resolvemos (Fê e Tchê) compartilhar nossas histórias, pois seria egoísmo tê-las somente para nós.
Vamos começar contando a fatídica história da lotação, protagonizada por Cris.
Cris é um membro da nossa família. Engraçada, temperamental e nojenta quanto à sujeira alheia (entendam como quiserem).
Estávamos, Cris e Tchê bem cedinho na lotação, e vocês podem imaginar o meu ânimo naquela perua literalmente lotada, quando finalmente chegamos ao terminal de ônibus (terminal de periferia, claro).
Louca de vontade que estava para descer da lotação e pegar logo o outro ônibus (pobreza!!!), quando de repente a fila para sair da dita cuja PAROU, EMPACOU!!!
Pensei: "PQP, o que está acontecendo (E nada da Cris)?"
Esticando-me como uma boa curiosa, por cima de todos, o que vejo? A minha Cris (finalmente a encontrei) estatelada, de barriga para cima, nos degraus da lotação (detalhe: a Cris é grandalhona), se segurando nos balaústres da escada, tentando não encostar a bunda naqueles degraus imundos. E todo mundo querendo descer...
Pensei na hora: "Será que ela se machucou ou eu posso rir à vontade?"
Mesmo sem saber se ela havia se machucado, comecei meu show de risos (conhece a chamada "risada de galpão" dos gaúchos?) contundentemente.
Quando finalmente desci, chorando de rir (obviamente), perguntei-lhe: "Querida você se machucou?" e caí novamente no riso.
E assim foram os acessos de risos no segundo ônibus, até o nosso destino. Claro, com a Cris indignada.
Algumas pessoas dizem que esta risada compulsiva (mal de família) é desvio de comportamento, mas nós (Fê e Tchê) não achamos.
Claro que toda a família e amigos riram muito, pois temos o hábito de contar representando os mínimos detalhes.
Até a próxima tirada e sacada da "família mico" e amigos.
Vamos começar contando a fatídica história da lotação, protagonizada por Cris.
Cris é um membro da nossa família. Engraçada, temperamental e nojenta quanto à sujeira alheia (entendam como quiserem).
Estávamos, Cris e Tchê bem cedinho na lotação, e vocês podem imaginar o meu ânimo naquela perua literalmente lotada, quando finalmente chegamos ao terminal de ônibus (terminal de periferia, claro).
Louca de vontade que estava para descer da lotação e pegar logo o outro ônibus (pobreza!!!), quando de repente a fila para sair da dita cuja PAROU, EMPACOU!!!
Pensei: "PQP, o que está acontecendo (E nada da Cris)?"
Esticando-me como uma boa curiosa, por cima de todos, o que vejo? A minha Cris (finalmente a encontrei) estatelada, de barriga para cima, nos degraus da lotação (detalhe: a Cris é grandalhona), se segurando nos balaústres da escada, tentando não encostar a bunda naqueles degraus imundos. E todo mundo querendo descer...
Pensei na hora: "Será que ela se machucou ou eu posso rir à vontade?"
Mesmo sem saber se ela havia se machucado, comecei meu show de risos (conhece a chamada "risada de galpão" dos gaúchos?) contundentemente.
Quando finalmente desci, chorando de rir (obviamente), perguntei-lhe: "Querida você se machucou?" e caí novamente no riso.
E assim foram os acessos de risos no segundo ônibus, até o nosso destino. Claro, com a Cris indignada.
Algumas pessoas dizem que esta risada compulsiva (mal de família) é desvio de comportamento, mas nós (Fê e Tchê) não achamos.
Claro que toda a família e amigos riram muito, pois temos o hábito de contar representando os mínimos detalhes.
Até a próxima tirada e sacada da "família mico" e amigos.
Fe e Tchê